Vereador é preso preventivamente por suspeita de estupro no Leste de Minas

Prisão preventiva foi cumprida nesta terça-feira (8). Manoel Messias de Almeida, conhecido como Manelzin Do Sindicato (PSD), é vereador da cidade de Ipaba, no Vale do Aço.

Polícia Civil prendeu preventivamente, nesta quarta-feira (8), o vereador Manoel Messias de Almeida (PSD), conhecido como Manelzin Do Sindicato, do município de Ipaba, no Vale do Aço. Ele é investigado pelo crime de estupro de vulnerável, segundo a corporação.

De acordo com a Polícia Civil, as investigações tiveram início após a vítima, de 20 anos, procurar a unidade policial para relatar um abuso ocorrido em março deste ano. Conforme o caderno investigativo, a conjunção carnal teria ocorrido em um contexto de vulnerabilidade.

Ainda segundo a polícia, a vítima apresentava incapacidade de oferecer resistência em razão de intoxicação alcoólica, potencializada pelo uso de substâncias medicamentosas.

Após a produção de elementos de prova subjetivos e técnicos, a autoridade policial representou pela prisão preventiva do investigado. A medida foi deferida pelo Poder Judiciário, após parecer favorável do Ministério Público.

O vereador foi encaminhado à Delegacia Regional da Polícia Civil de Ipatinga para a formalização do cumprimento da ordem judicial e permanece acautelado no sistema prisional, à disposição da Justiça.

g1 entrou em contato com a defesa de Manoel Messias de Almeida. Em nota, os advogados informaram que ainda não tiveram acesso à decisão que decretou a prisão preventiva e, por esse motivo, não irão se manifestar neste momento.

Em nota à imprensa, a Câmara Municipal de Ipaba informou que a prisão do vereador não tem relação com a atividade parlamentar e que, até a divulgação do comunicado, não havia sido oficialmente notificada pela autoridade policial nem pela defesa. O Legislativo municipal afirmou ainda que aguarda acesso às informações sobre a natureza jurídica da prisão para adotar as providências cabíveis no âmbito administrativo e declarou respeito às decisões das autoridades policiais e judiciais.

Fonte: G1

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